quinta-feira, 24 de março de 2016

77% das mulheres têm dificuldade para entender investimentos

A visão de longo prazo e o reconhecimento da importância de fazer um bom planejamento financeiro são características comuns para grande parte das mulheres, mas muitas vezes a maior dificuldade é tirar isso do papel. Estudo inédito realizado com mil  mulheres de diferentes regiões do país pelo instituto de pesquisa online Opinion Box em parceria com o site Finanças Femininas apontou que a maioria das mulheres escolhe as piores opções de investimento.
De um modo geral, os dados mostram que o público feminino tem a preocupação com o futuro, mas ao mesmo tempo tem dificuldade de seguir à risca o planejamento que faz. Somado à falta de regularidade para juntar dinheiro, vem a escolha por opções de investimento com retorno pouco interessante,  como é o caso da poupança, ou os títulos de capitalização, que não devem nem ser considerados como um tipo de investimento.
De acordo com o levantamento, pelo menos 7 em cada 10 mulheres colocam dinheiro na caderneta de poupança (73,3%). Na sequência, aparecem 19,6% das entrevistadas dizendo que nunca investiram e outros 19,1% respondendo que aplicam o dinheiro nos títulos de capitalização. Esse perfil também condiz com outro dado relevante na pesquisa: pelo menos 7 em cada 10 mulheres têm dificuldade em entender as diversas formas de investimento (77%).
O estudo mostrou ainda que somente 1,5% das entrevistadas optou por investir em Tesouro Direto, uma aplicação de baixo risco tal qual a poupança, porém com retorno muito superior, mesmo com incidência do Imposto de Renda. Para se ter uma ideia, em abril deste ano a inflação acumulada em 12 meses (8,13%)  já é superior ao rendimento da poupança em um ano (6,93%), ou seja, a inflação já “comeu” todo o rendimento da poupança. No caso do Tesouro Direto, existem papeis pré-fixados que permitem que a investidora tenha o mesmo rendimento da inflação, além de uma taxa pré-estabelecida, como é o caso do Tesouro IPCA (antiga NTN-B). Ou seja, ela não corre o risco de perder o poder de compra em caso de alta excessiva da inflação.
Muita gente deixa de fazer a opção pelo Tesouro Direto – ou por outras modalidades de investimentos conservadores – por falta de informação. Entre outras opções de renda fixa, menos de 2% das entrevistadas disseram investir em LCIs ou LCAs, bem como o CDB correspondeu a somente 5,9% das respostas.
Planejamento e vontade de aprender
A mudança do padrão apontado na pesquisa depende de basicamente dois fatores: interesse em aprender a investir e disciplina para guardar dinheiro. O primeiro passo está adiantado, mas o segundo ainda precisa de aprimoramento. O levantamento apontou que 63,6% das entrevistadas poupam dinheiro, contra 36,3% que disseram nunca ter dinheiro de sobra ao fim do mês. Entre as que conseguem incorporar na rotina o hábito de poupar, 48,1% não fazem isso com regularidade, enquanto 15,6% já estão em um patamar mais adiantado e conseguem guardar uma quantia estabelecida ao final de cada mês.
Questionadas sobre ter um planejamento financeiro, 4 em cada 10 mulheres (44,3%) disseram que têm, mas acham difícil segui-lo na prática. Outros 30% não possuem nenhum planejamento, enquanto 25,7% delas disseram ter um planejamento e sonhos bem definidos.
Essa variedade de comportamentos em relação ao planejamento financeiro pode ser justificada pela dificuldade existente em poupar dinheiro ao fim de cada mês. Sobre este assunto, 37,5% das entrevistadas disseram não conseguir guardar dinheiro todo mês. Outros 23,4% disseram conseguir, mas sem um valor fixo, enquanto outros 20,5% poupam menos de 10% do salário.
Se por um lado os dados mostram que existe uma grande dificuldade em fazer o dinheiro sobrar ao fim do mês, por outro a pesquisa mostra que as mulheres querem desmitificar o universo dos investimentos e querem aprender a ganhar mais dinheiro. Questionadas sobre os principais interesses quanto a finanças pessoais, a maioria respondeu “aprender a ganhar mais dinheiro” (36,8%), seguido de “aprender a investir” (36,7%).
Fonte: Da Redação @financasfemininas #financasfemininas | www.financasfemininas.com.br
Link da matéria: http://financasfemininas.uol.com.br/uma-dica-para-ter-mais-autocontrole-que-vai-te- surpreender/?utm_source=Release&utm_medium=Email&utm_campaign=AssessoriaClozel
*Carol Ruhman Sandler ganhou o prêmio de Destaques do ano: Personalidades em Finanças Pessoais - Saiba mais http://dinheirama.com/blog/2016/01/19/destaques-personalidades-financas-pessoais/
**Clozel Comunicação


Crédito do Infografico: Nara de Stéfani

sexta-feira, 18 de março de 2016

Prefeito Amauri participa de reunião para criação da Região Metropolitana de Ribeirão Preto

O prefeito de Morro Agudo, Amauri Benedetti, na segunda-feira, (dia 14) participou de uma reunião com políticos das regionais para tratar sobre a implantação da Região Metropolitana de Ribeirão Preto.
O evento realizado na sede da Associação de Engenharia, Arquitetura e Agronomia de Ribeirão Preto contou com representantes de diversos segmentos da sociedade e os 34 prefeitos dos municípios que deverão compor a Região Metropolitana, caso o projeto seja aprovado. Também estiveram presentes, o subsecretário de Desenvolvimento Metropolitano, Edmur Mesquita; o secretário de Logística e Transportes, Duarte Nogueira; o vice-presidente da Empresa Paulista de Planejamento Metropolitano, Luiz José Pedretti; o vice-presidente da Associação de Engenharia, Tapyr Sandroni Jorge; o deputado Welson Gasparini, dentre outras autoridades.
Uma vez criada a Região Metropolitana, as cidades decidirão entre si para onde destinar as verbas e eleger o que é mais importante para cada um dos municípios.
Para o prefeito Amauri Benedetti, a criação da Região Metropolitana de Ribeirão Preto deverá facilitar algumas soluções em determinadas áreas como saúde pública, habitação, ensino, desenvolvimento econômico e geração de empregos, uma vez que cidades pequenas estarão unidas umas às outras, com um grande número de pessoas, o que deverá atrair - mais facilmente - a atenção dos governos estadual e federal, além de atrair também possíveis investimentos de grandes empresas que com certeza ficarão de olho na região metropolitana como um grande mercado de atuação.

Após a realização dessas audiências públicas o governador do Estado, Geraldo Alckmin deverá encaminhar, até o próximo mês de junho, o projeto de lei final de criação da Região Metropolitana de Ribeirão Preto para apreciação na Assembleia Legislativa de São Paulo.


CIAP de Morro Agudo está atendendo em novo endereço

O Centro Integrado de Atendimento ao Público (CIAP) está atendendo em novo endereço: Rua Canadá nº 272 (rua que fica atrás do Hospital São Marcos) e oferece diversos atendimentos à população morroagudense.
O prefeito Amauri Benedetti, acompanhado da vice-prefeita Dra. Teresinha Sacoman e do secretário de Saúde Sebastião Cognetti esteve na nova sede para dar as boas vindas à equipe do CIAP.
A nova sede é mais ampla e oferecerá melhores condições de trabalho aos profissionais da unidade, assim como para os pacientes.

A equipe do CIAP é composta por 16 profissionais, sendo 8 fisioterapeutas, 2 fonoaudiólogos, 2 auxiliares de serviços, 2 motoristas e  2 recepcionistas, que juntos mensalmente realizam em média 1.330 atendimentos. Em 2015, totalizaram quase 16 mil atendimentos.

Brasil quer mudanças e a economia precisa voltar a crescer
*Lélio Braga Calhau

As manifestações do dia 13 de março marcaram a história do Brasil. Elas provaram que a população está cansada de ser deixada em segundo plano. A população foi pra rua e entre a indignação com a corrupção havia também aqueles dispostos a reclamar por uma economia que voltasse a crescer. Certa vez eu estava fazendo um curso sobre como investir na bolsa de valores, e na época ela estava em um clico de quedas. Um dos alunos mostrou-se desestimulado e pediu uma luz para o professor. Ele respondeu que o aluno não desanimasse, estudasse o assunto com afinco e perseverasse. No entanto, o estudante perguntou o porquê de sua certeza, já que o contexto do país não ia bem. Ele respondeu simplesmente que a Bolsa de Valores havia sido criada para subir e não para cair. Ou seja, em algum momento, ela retornaria à sua normalidade.
Parece óbvio, mas isso vale para nossa economia também. A situação de descalabro econômica de hoje tem que acabar. Ninguém aguenta mais isso e as manifestações de domingo passado provam que o brasileiro esta cansado. O governo foi criado para melhorar a vida da população. Uma economia desorganizada, um PIB desabando, um desequilíbrio fiscal e a falta de credibilidade no crescimento não podem continuar mais. Não foi para isso que nos unimos e fizemos este país.
Como será o assunto desdobrado na via política? Ninguém sabe. E não tenho nem ideia também do que possa acontecer. O que sei é que a população já não suporta mais o amadorismo na condução da economia. A população já disse que não aguentava essa bagunça em 2013. Quase nada foi feito. E agora a população reagiu novamente com força. Este país foi feito para crescer e melhorar a vida das pessoas aqui dentro.
Que as autoridades máximas federais ajam com responsabilidade e façam o que tiver que ser feito dentro da lei e da Constituição Federal, mas comecem a mostrar resultados concretos. A normalidade na economia tem que ser restabelecida. Milhões de pessoas estão perdendo o emprego ou tendo um corte profundo no padrão de consumo por conta de erros patéticos da administração federal. Cortem na carne e comecem a mostrar para o que vieram. Não há como aceitar mais a inoperância do governo federal, a falta de credibilidade da economia brasileira (que afugenta investidores estrangeiros e nacionais) e a inoperância da cúpula política.
Precisamos retornar nossa caminhada de crescimento, resgatar o espírito de empreendedorismo nos brasileiros, parar de ficar discutindo e não fazer nada de concreto, decidir com responsabilidade (sem ter medo de desagradar os índices de popularidade). Reformas estruturais devem ser feitas e o país tem que parar de ver o empresário como vilão. Os empreendedores devem ser estimulados a gerar empregos e a economia deve voltar à sua normalidade. Temos que resolver, ainda, o problema dos milhões de brasileiros altamente endividados. Chega de fingir que ninguém está vendo isso também.
Façam o que tiver que ser feito, mas destravem o país da inoperância, ineficácia e ineficiência, porque os brasileiros farão a sua parte. Parem de atrapalhar e façam a parte de vocês. Vocês foram eleitos para isso! O país existe para crescer.
*Lélio Braga Calhau é Promotor de Justiça de defesa do consumidor do Ministério Público de Minas Gerais. Graduado em Psicologia pela UNIVALE, é Mestre em Direito do Estado e Cidadania pela UFG-RJ, palestrante e Coordenador do site e do Podcast "Educação Financeira para Todos".

**InformaMídia Comunicação 
Depois de crises e escândalos, qual é o futuro do PT?
*Luiz Carlos Borges da Silveira
Recente levantamento indica que o Partido dos Trabalhadores é o que nominalmente tem menos parlamentares com mandato envolvidos na Operação Lava Jato – o escândalo de corrupção na Petrobras. De acordo com o andamento das investigações, o Partido Popular (PP) tem 32 integrantes; o PMDB conta com 12 citados; e o PT, 10 nomes. Depois estão outros, com reduzido número.
Não se trata de nenhum mérito petista, ao contrário, isso deixa claro que o PT, como partido, assumiu o controle central dos atos, seus parlamentares não têm autonomia para atuar em negociatas, propinas e corrupção ativa ou passiva, todos devem obedecer às diretrizes do núcleo diretivo do poder partidário. Nos outros partidos, os integrantes, parlamentares ou não, agem por contra própria, muitas vezes à revelia da direção das siglas a que pertencem.
Corrupção sempre existiu – e provavelmente sempre existirá – geralmente pontual e cometida por pessoas individualmente. Com a chegada do PT ao governo esse nefasto sistema assumiu proporções exageradas, deixou de ser prática pessoal de políticos e agentes públicos de má índole e desonestos para se tornar esquema de governo e de partido, institucionalizado, por isso os escândalos proliferaram a partir de 2003.
A constatação dessa situação é lamentável, uma pena para a política brasileira porque o PT foi criado com ideologia séria e firme em princípios e ideias capazes de promover mudanças nas velhas práticas e restabelecer a verdadeira ética política. E agora, qual é o futuro do PT? Não se sabe exatamente, mas é possível, depois de tantos escândalos de corrupção, prever-se que dificilmente haverá superação plena e volta aos ideais e bandeiras de outrora porque a depuração é lenta, demorada e existem sequelas para curar, o que somente o tempo de uma geração poderá superar e, mesmo assim, se for estabelecida e seguida uma nova conduta partidária.
O ideário petista, a pregação político-ideológica do partido, conquistou importantes segmentos da sociedade brasileiras que contribuíram para o crescimento e consolidação da sigla nascida no meio sindical, no ambiente dos trabalhadores. Lideranças da intelectualidade, da cultura e até do empresariado progressista engajaram-se na luta.
Como hoje se sentem essas forças do pensamento nacional? O PT não era aquilo que pregava? A partir desses questionamentos é que se avalia o futuro petista. Intelectuais, sociólogos, teóricos e formadores de opinião a quem a doutrina petista muito deve para sua expansão estão quietos, sem ânimo para defender um partido mergulhado nos escândalos. O partido perdeu credibilidade, as lideranças dignas, decentes e honestas que deram aval ao PT sentem-se hoje envergonhadas, o caminho seguido afastou as pessoas de bem. A militância, tão aguerrida, está retraída e a cada ato público que encena encontra oposição e resistência nas ruas, pois é difícil defender um partido ou um governo com tantas mazelas.
O que restará ao Partido dos Trabalhadores para se recompor e reconquistar a confiança da sociedade?  Teria o PT, por seus fracos líderes e mal-intencionadas lideranças, cavado esse futuro? Continuará perdendo adeptos e colaboradores de prestígio? Somente o tempo responderá.
*Luiz Carlos Borges da Silveira é empresário, médico e professor. Foi Ministro da Saúde e Deputado Federal.
**P+G Comunicação Integrada

OBS: o artigo reflete a opinião do autor
Sem Fraternidade Ecumênica, não há planeta


A Legião da Boa Vontade, LBV, que integra o Conselho Econômico e Social (Ecosoc) das Nações Unidas desde 1999, com status consultivo geral, apresentou em julho de 2013, no Escritório da ONU em Genebra, Suíça, suas recomendações aos chefes de Estado e de Governo, representantes das agências internacionais, do setor privado e da sociedade civil presentes na Reunião de Alto Nível do órgão, que discutiu “Ciência, Tecnologia e Inovação, e o potencial da cultura na promoção do desenvolvimento sustentável”.
Do documento que preparei especialmente para a ocasião, publicado na revista BOA VONTADE Desenvolvimento Sustentável, em espanhol, francês, inglês e português, trago-lhes mais alguns trechos:

Sempre defendi e fiz constar em artigos, na imprensa e na internet: não há limites para a solidária expansão do Capital de Deus, isto é, o ser humano com o seu Espírito Eterno.
Portanto, a melhor tecnologia a ser desenvolvida nestes tempos de globalização desenfreada é a do conhecimento de nós mesmos. É superior a qualquer descoberta tecnológica, pois tem o poder de impedir que o indivíduo (informatizado ou não) caia de vez no sofrimento por ter desabado na barbárie mais completa.
Sem o sentido de Fraternidade Ecumênica, acabaríamos com o planeta, mantendo nossos cérebros brilhantes, mas os corações opacos. A almejada reforma da sociedade não virá em sua plenitude se o Espírito do cidadão (ou cidadã) não for levado em alta conta. (...) O mundo precisa de progresso, sim e sempre, que lhe dê pão e estudo; todavia, necessita igualmente do indispensável alimento do Amor e, por conseguinte, do respeito.
A Solidariedade, a Generosidade e a Fraternidade são justamente combustíveis que motivam a ação diligente de todos os atores sociais idealistas da comunidade internacional.

Paz e entendimento entre os povos
Se a tecnologia, pois, supera barreiras humanas — a internet é um exemplo disso —, é fundamental que a Solidariedade se desenvolva à sua frente, a fim de iluminar-lhe os caminhos. Nunca estivemos em momento mais auspicioso para demonstrar quão potencialmente grandes são as possibilidades de usá-la a serviço dos povos.
Que sob a invocação de Ciência, Tecnologia, Inovação e Cultura, sem prescindir de exaltado espírito de solidariedade humana, possamos (...) abraçar, juntos, uma agenda de realizações pautada no entendimento comum que os membros da ONU, desde a sua fundação, perseguem, assim como as Mulheres, os Homens, os Jovens, as Crianças e os Espíritos de real Boa Vontade.

O dogma da Fraternidade
Em Epístola Constitucional do Terceiro Milênio (1988), escrevi: Haverá um tempo majestoso em que o ser humano só aceitará um dogma: o da Fraternidade sem fronteiras.

José de Paiva Netto ― Jornalista, radialista e escritor.
paivanetto@lbv.org.br — www.boavontade
Prefeitura de Morro Agudo está realizando arrastões contra o Aedes Aegypti aos sábados

A Prefeitura de Morro Agudo, através da Secretaria Municipal de Saúde e Vigilância Epidemiológica, está realizando arrastões contra o Aedes Aegypti aos sábados.
A iniciativa tem por objetivo possibilitar o acesso dos Agentes nas residências que ficam fechadas durante a semana, quando os proprietários estão trabalhando ou estudando.
Os arrastões começaram no dia 5 de março e conta com uma equipe de aproximadamente 50 profissionais entre Enfermeiros, Agentes de Controle de Vetores e Agentes Comunitários de Saúde que estão percorrendo casa a casa, para identificar e eliminar possíveis criadouros do Aedes Aegypti e também orientar os moradores sobre a importância da colaboração de cada um nessa luta contra o mosquito.

O bairro Antônio José Abrahão foi o primeiro a ser visitado pelo arrastão, porém a ação ocorrerá ordinariamente aos sábados e deverá percorrer toda a cidade. 
Roberto Engler completa 25 anos como deputado estadual

Para o parlamentar, atuação mantém uma essência: “ser um instrumento”

Quinze de março de 1991. Nesta data, o deputado estadual Roberto Engler (PSDB) iniciou sua trajetória na Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo. Desde então, vários e vários discursos já foram feitos pelo parlamentar nos plenários do Legislativo Paulista, assim como inúmeras leis, realizações e conquistas regionais contaram com o seu trabalho.
Quando Roberto Engler iniciou seu primeiro mandato, o País e o mundo eram outros. Fernando Collor governava o Brasil, a Guerra do Golfo, entre Estados Unidos e Iraque, tinha terminado há duas semanas, Ayrton Senna era o então campeão de Fórmula 1. Muita coisa mudou desde então, não é mesmo? No entanto, para ele, ao longo de 25 anos como deputado estadual, a essência de sua atuação não se alterou.
“A política é a forma mais eficaz de melhorar a vida das pessoas. Sendo assim, para se dedicar à Política, o indivíduo precisa ter uma qualidade primeira: gostar de gente. Se não gostar de gente, não adianta. Vai acabar buscando apenas seu próprio bem e ignorar o principal. O deputado, o político de forma geral, deve ser um instrumento a favor das pessoas”, diz Roberto Engler.
O trabalho de Roberto Engler já demonstrou eficácia de diversas formas. Ele já foi vice-presidente da Assembleia Legislativa, liderou a bancada do PSDB por quatro vezes, foi relator do Orçamento do estado em nove oportunidades.
Realizações e projetos de Governo essenciais para a vida dos paulistas e, acima de tudo, para a população de Franca e região contaram com seu apoio e articulação para se tornarem realidade.
“Vejo, claramente, como as coisas avançaram ao longo desse tempo. Isso, é claro, não é mérito individual, mas um processo que se desenrolou com a ajuda de todos. Mas me sinto gratificado em saber que muitas conquistas de que a população usufrui hoje contaram com a nossa participação”, revela Roberto Engler.
Alguns números dão ideia da produção legislativa do deputado estadual Roberto Engler desde 1991. Cento e oitenta e um, dos seus 280 projetos de lei/resolução apresentados, foram aprovados. Oitenta deles foram arquivados e 19 estão em tramitação na Assembleia Legislativa.
“Nossa função mais forte sempre foi a de intermediação regional, uma função muito próxima do parlamentar distrital, muito mais do que de legislador, até porque, no âmbito estadual, as restrições temáticas e de prerrogativas são muito grandes”, pondera o deputado.
“Mesmo assim, acredito que há pontos positivos que pudemos alcançar também nessa área. Ressalto, em especial, a lei de transparência dos precatórios (13.087), a de proteção ao consumidor contra cobrança indevida (14.734) e a do Novembro Azul (15.430)”, completa.
Ao completar 25 anos como deputado estadual, Roberto Engler reitera a disposição em seguir fazendo valer a confiança depositada pelas pessoas ao longo de todo esse tempo (somente nas últimas eleições, foram 122.544 votos recebidos).

“Como instrumento, sempre estive de prontidão para cumprir as tarefas que me são delegadas pela população. Foi assim há poucos dias, na polêmica dos pedágios, e será sempre que necessário. Cada jornada, cada bandeira empunhada, cada ideia defendida, tudo isso só nos oferece mais aprendizado e mais energia para seguir buscando ser um instrumento cada vez melhor. Essa é a minha missão”, garante Roberto Engler.
Sindicato Rural promoveu palestra sobre Adubação Biológica, uma nova tecnologia disponível ao agricultor
No último dia 03, o Sindicato Rural de Morro Agudo em parceria com a empresa Microbiol, de Limeira (SP), promoveu uma palestra sobre a Adubação Biológica, uma nova tecnologia disponível ao agricultor. A adubação biológica é atualmente uma preocupação nacional e devolver aos solos a sua melhor condição de vida passa a ser uma necessidade na agricultura.
O presidente do Sindicato Rural Alexandre Vanis Volpon abriu o evento agradecendo a presença de todos e  apresentou os palestrantes.
Segundo os palestrantes Rodolfo T. Meireles e Luiz Roberto Pedroso de Moraes, a Tecnologia Microgeo participa desse propósito e apresenta soluções para isso, devolvendo vida aos solos, para que o agricultor cumpra com o seu papel de levar alimentos às populações das cidades. “A tecnologia Microgeo possibilita que ocorra gradativamente a reestruturação do solo, devolvendo a ele sua potencialidade no incremento e manutenção da sua microbiologia. Isso significa VIDA do solo”, disseram eles.  
Os palestrantes destacaram que a Adubação Biológica ao integrar todos os fatores de produção a partir de sua ação na reestruturação do solo, garante maior eficiência nos resultados agronômicos de forma sistêmica,  independente da cultura a ser tratada.
Conforme mostra a foto, ao tratar uma cana com a Tecnologia Microgeo, pode-se esperar a reestruturação desse solo, proporcionando às plantas que suas raízes tenham mais espaço para crescimento, chegando aos locais de maior profundidade no solo, com mais aeração e, certamente, mais umidade, levando ainda a uma maior distribuição do adubo mineral utilizado, possibilitando uma distribuição e absorção em diferentes profundidades evitando que o adubo utilizado se concentre e acabe sendo até nocivo às raízes.
Como estamos tratando do solo, o efeito da adubação biológica com Microgeo  beneficia qualquer cultura nele instalada, além do produtor contar com sua própria Biofábrica na propriedade.
“Utilizando a Tecnologia Microgeo, devolveremos aos nossos solos sua estrutura do passado, onde haverá novamente o equilíbrio da vida biológica, proporcionando a continuidade da agricultura, em novos patamares de produtividade e qualidade. Com isso, poderemos continuar a proporcionar o abastecimento das cidades com abundância e qualidade”, disse o agrônomo.

Conheça a Tecnologia Microgeo. Os interessados podem contatar os representantes Microgeo e solicitar uma visita: Rodolfo T. Meireles (16) 99998-9299 ou Luiz Roberto Pedroso de Moraes (16) 99713-0921. 





3 em cada 4 cães dormem com seus “pais”

Assistir TV, ter festinha de aniversário e outros comportamentos foram abordados em pesquisa com 5.000 pessoas, feita pelo serviço de hospedagem DogHero

Se, antigamente, o lugar de cães era no quintal, hoje a liberdade dentro de casa é quase total, e é cada vez mais comum os tutores dividirem tudo com seus bichinhos, até mesmo a mesma cama. Pesquisa com 5.000 pessoas, feita pela DogHero (www.doghero.com.br), mostra que 71% dormem com seus cães - sendo 43% frequentemente e 28% de vez em quando. O levantamento inédito aborda ainda outros comportamentos que indicam que o cachorro é, sem dúvida, parte da família.
Entre os entrevistados, 51% admitem que seus cães costumam assistir à televisão. Na sexta-feira à noite, 93% dos tutores preferem a companhia do peludo a sair para baladas. E, a cada aniversário do cachorro, 47% afirmaram ter vontade de fazer uma festa para comemorar. Dos 29% que já fizeram uma festinha de parabéns para o seu cão, 38% afirmam fazer todo ano. A pesquisa foi feita com tutores com idades entre 19 e 45 anos.
 “Cada vez mais os cães são membros da família, alguns mais dóceis e outros desconfiados, mas cada um com a sua personalidade e modo de agir com os tutores, visitas e desconhecidos”, afirma Eduardo Baer, sócio-diretor da DogHero. Para ele, essa nova relação determina as escolhas que fazem para os seus cães. “Na hora de viajar, ele quer levar o cão junto ou deixá-lo em um ambiente familiar e afetuoso, e não em um kennel. a preocupação com cão é a que se te com um filho”, destaca.
A pesquisa, destaca Baer, mostra na prática a mudança do perfil das famílias no Brasil. Um estudo do IBGE publicado em 2015 revela que, no Brasil, o número de famílias que criam pelo menos um cachorro é maior do que o de famílias que têm crianças. São 52,2 milhões de cães contra 44,9 milhões de crianças no país. “Além de divertir as famílias que têm filhos, o cães fazem companhia e nunca foram tão mimados e bem cuidados”, completa Baer.
Pesquisa DogHero: Comportamento dos cães e dos seus tutores no Brasil
A DogHero.com.br, principal empresa de hospedagem domiciliar de cães no Brasil, lançou sua primeira pesquisa sobre o comportamento das pessoas apaixonadas por cães. A pesquisa
possibilita uma visão ampla sobre como os cães são tratados no Brasil, qual é o perfil desses donos de cães e os desafios enfrentados por eles quando precisam viajar. A pesquisa foi feita
online com quase 5 mil pessoas ao redor do Brasil conta com resultados surpreendentes.
A pesquisa da DogHero revelou que as pessoas não aproveitam suas viagens ao máximo pois se preocupam com seus animais de estimação, mesmo quando eles participam da viagem. Muitos preferem não viajar ou sair para a balada para ficar com seus cães.
Dentre os entrevistados, apenas 5 indivíduos não tinham cachorro. A maioria (54%) tem apenas um cão, mas 6% afirmam ter mais de 4 cachorros em casa. Outra característica importante é que 96% das pessoas que responderam a pesquisa identificam seu gênero como
feminino.
Rotina do Cão
Os entrevistados demonstraram preocupação com a rotina dos cães: 85% preocupam-se em deixar os cães sozinhos em casa. Por isso, preferem passar o dia com os animais ou deixá-los sob a supervisão de pessoas de confiança como amigos e familiares.
Ainda é possível perceber que os serviços de pet sitter e day care são escassos e pouco conhecidos no Brasil. Fato que, alinhado à preocupação com os cachorros, mostra potencial para a área de atuação.
• Quando perguntados sobre a rotina do cão, 38% dos entrevistados afirmaram passar o dia em casa com o animal, o que mostra preocupação com a rotina do cachorro.
• Outros 30% deixam o cão sozinho em casa durante o dia e 28% não podem ficar em casa, mas deixam o cão sob a supervisão de outra pessoa sem alterar o ambiente.
• A casa de amigos e família é a solução para 3% dos entrevistados e 1% deixa os cães em creches e serviços de day care.
Apenas 4 pessoas afirmaram deixar os cães com pet sitters.
• 85% dos entrevistados afirmaram ficar preocupados em deixar os cães sozinhos em casa.
• Contudo, 30% das pessoas deixam seus cães sozinhos.
Viagem
Os tutores brasileiros costumam viajar. As viagens são de curta duração e acontecem poucas vezes ao ano. Contudo, a maioria dos entrevistados não leva ou leva poucas vezes os cães consigo nessas viagens. Isso mostra que os tutores precisam de soluções para a hospedagem dos cães durante o período de ausência.
• Apenas 16% dos entrevistados afirmaram não viajar.
• A maioria (56%) viaja apenas de 1 a 2 vezes por ano.
• A duração da viagem também costuma ser curta: 50% das viagens dos entrevistados duram de 1 a 3 dias, seguidas por viagens de 3 dias a 1 semana, com 38% das respostas.
• 39% dos entrevistados afirmou não levar seus cães com eles durante a viagem.
• 36% leva os cães sempre que possível.
• 17% sempre leva os cachorros.
• 7% afirma levar de vez em quando.
Seu cão  viaja junto com você?
A necessidade de hospedagem para os cachorros se acentua quando analisados os dados a seguir, que mostram que os tutores prezam pelo conforto do cachorro de estimação antes do próprio.
• 39% dos entrevistados perderam uma viagem por não ter onde deixar o cachorro.
• 23% deixaram de sair com amigos.
• 21% deixaram de ir a uma festa.
• A maior parte dos entrevistados (45%) diz deixar de viajar se não encontrar um lugar confiável para seu cão.
• Pessoas ou locais de confiança são a solução de 37% dos entrevistados.
• Apenas 10% só viaja para lugares dog friendly, 2% não acreditam que encontrar um local confiável para o cão é um fator decisivo na viagem, e 2% acredita que o valor da diária nos hotéis chega a atrapalhar a viagem
Soluções de Hospedagem
A solução mais utilizada pelos tutores viajantes é a casa de amigos e familiares, com 90% das respostas. Os demais dividem-se  entre hotéis para cães e petsitters. Mesmo assim, 46% dos entrevistados já teve dificuldade em encontrar hospedagem para seus cães, o que mostra que nem sempre é possível contar com a disponibilidade de amigos e parentes. Os tutores não estão satisfeitos com as soluções atuais, que são mais comumente hotéis para cães.
66% dos entrevistados preferem deixar seus cães em lares de verdade, o que mostra potencial para serviços de hospedagem domiciliar, como a DogHero.
• 17% nunca cogitariam deixar seus cães em hoteizinhos.
• Apenas 3%  acredita que os hotéis para cães cobrem um preço justo.
Comportamento dos Tutores
Os tutores são apaixonados por seus cães e fazem de tudo por seu bem estar. Apenas 7% dos entrevistados não acredita que os cães se pareçam com seus donos.
• A maioria dos entrevistados (47%) afirmou sempre ter tido vontade de fazer uma festa de aniversário para seus cães.
• 29% já fizeram festa, dentre os quais 38% afirmaram fazê-la todo ano para seus cães.
 Os donos de cães não são muito baladeiros e preferem a companhia do peludo nas horas de descanso.
• 93% prefere a companhia do peludo a sair para a balada na sexta-feira à noite.
• 43% dos entrevistados dormem na cama com seus cães frequentemente.
• 28% afirma dormir com o peludo de vez em quando.
Comportamento dos Cães
Os cães parecem ter uma vida bem tranquila!
• 49% dos cães dos entrevistados costumam assistir à televisão
• 97% dos entrevistados acreditam que os cães percebem quando seus donos não estão bem.
O principal alimento na dieta dos cães brasileiros é a ração,  presente em 92% dos lares de cães.
• Carne, legumes e vegetais são as outras soluções mais comuns, somando 6%.
Relacionamento Cão-Tutor
• A preferência dos tutores é a adoção: 54% dos cães dos entrevistados são adotados.
• Os donos são antenados nas novidades do mundo pet: 82% dos entrevistados acompanham mais de um blog ou site de animais, e 8% acompanham pelo menos um.
. 51% dos cães dos entrevistados têm costume de assistir à TV
. 49% preferem outras atividades
Metodologia: A DogHero fez a pesquisa “Queremos Conhecer Seu Cão” com 3.826 pessoas ao redor do Brasil. A ferramenta utilizada foi o Typeform e a pesquisa foi divulgada por meio de Facebook Ads. A maioria do público que respondeu à pesquisa tem entre 25 e 35 anos de idade (42%), seguidos por indivíduos de 36 e 45 anos, com 22% e por jovens entre 19 e 24 anos, com 16% de participação nas respostas. Como a pesquisa foi segmentada para o público doglover, conclui-se que o público de 19 a 45 anos é o que mais se relaciona com animais.

*Misasi Relações Públicas