sexta-feira, 18 de março de 2016

O passo a passo para redução da conta d’água

Para evitar multas e acréscimo no valor da fatura de água, um ponto de atenção, tão importante quanto o uso racional do recurso, é a detecção de vazamentos. Mesmo os de pequena proporção podem encarecer a conta de consumo.
Fazer a manutenção em torneiras, válvulas, boias de caixas e registros pode representar até 25 % de economia no consumo de água. Uma torneira pingando desperdiça quase 1,5 mil litros de água mensalmente; o problema em uma válvula de descarga do sanitário pode desperdiçar até 4,3 mil litros de água em um mês e um filete de apenas 4 mm em um encanamento representar um desperdício mensal de 13.260 litros.    
Para que a casa fique livre de vazamentos em canos e torneiras, basta a adoção de técnicas simples e um pouco de paciência para observação. Vale seguir o passo a passo:
 1.  Fechar todas as torneiras, interrompendo o uso da descarga e de todos os aparelhos ou equipamentos que usam água;
 2.  Ler o relógio (hidrômetro): sem fechar os registros, anotar o número marcado no visor do hidrômetro, esperar uma hora e refazer a leitura. Caso o ponteiro tenha andado e o número no visor sofrido alteração é sinal de vazamento na casa.
 3.  Nos canos alimentados por caixas d’água, marcar o nível da água da caixa e verificar, depois de uma hora se houve alterações. Caso o nível tenha baixado, é sinal de que há vazamentos na tubulação ou sanitários.
 4.  Nos vasos sanitários com caixa acoplada, retirar a tampa da caixa e pingar algumas gotas de corante. Observar, após alguns minutos, se o vaso ficou colorido.
 5.  Nos jardins, notar se há áreas com terra mais fofa e úmida ou plantas mais crescidas em uma área do que em outras. Isso pode indicar vazamento.
 6.  Fazer um teste acústico, isto é, dar batidas com a mão fechada na extensão do encanamento que percorre a parede e ficar atento para sons diferentes. Vazamentos desse tipo também deixam sinais aparentes nas paredes, como relevos (bolhas) e manchas na pintura.
 Esses cuidados simples são capazes de revelar locais de vazamentos, além de evitar desperdícios. Podem ainda diminuir o preço da conta de água e até mesmo representar economia na hora de requerer serviços de um profissional habilitado para reparos. 
 *Plínio Protásio é gerente de operações da Roto-Rooter, empresa especializada em Caça-Vazamentos, Desentupimento, Dedetização e Hidrojateamento.

**AtitudeCom | Estratégia em comunicação
Casamento: o que acontece depois do sim?
*Tatiana Leite

Não é incomum procurar ajuda profissional em um momento de intensa angustia, dúvida ou estresse. Todos nós já vivemos ou vamos passar por uma situação em que não conseguimos escolher muito bem qual caminho seguir.
Frequentemente recebo em meu consultório homens e mulheres se questionando sobre suas escolhas amorosas. Pode parecer estranho, mas depois de um jantar romântico seguido por um pedido de casamento é comum que você tenha dúvidas se dizer “sim” era realmente sua melhor escolha.
Muitas vezes, ao chegarem nesse ponto do relacionamento, os casais se deparam com metas e desejos conflitantes. Esperamos que nossa relação seja construída por parceiros felizes e bem-sucedidos e que tenha por base companheirismo, fidelidade, satisfação sexual e projetos em comum. Nesse sentido, as expectativas individuais são colocadas na relação a dois como uma enrascada, como uma fórmula matemática de difícil solução. Afinal, como construir uma relação a dois?
Antes de trocar as alianças é imprescindível que o casal resolva suas diferenças e analise o projeto do casamento. Algumas questões podem aparecer nesse momento e é importante refletir sem medo das respostas.
A mais comum delas é se o parceiro pode mudar. É possível sim fazer ajustes no temperamento, mas é importante que você tenha em mente que o outro não vai mudar depois do casamento. Muitos casais criam expectativas de que, por algum motivo, depois da festa ou da lua de mel, as coisas irão se ajustar. Estipulam prazos indeterminados para essas mudanças e isso acaba gerando muita frustação, ressentimento e mágoas. Isso porque, pode passar o tempo que for, mas seu parceiro não vai mudar por conta disso.
Outra questão comum é se o amor resolve tudo? As incertezas nos relacionamentos amorosos nos leva a amar de uma forma mais livre, onde cada um tem o direito de buscar a sua felicidade. Essa liberdade se tornou uma exigência nas relações e os casais não estão dispostos a abrir mão dela, mesmo que seja para viver a promessa de um “grande amor”. Assim, ao mesmo tempo em que queremos ser profundamente amados, nos entregamos cada vez menos por medo de sofrer quando acabar. Antecipamos o fim.
Para amenizar toda essa angustia, sempre lembro aos meus pacientes que se chegaram até esse ponto, provavelmente estão dispostos a se casar. Minha recomendação é que procurem se conectar com o parceiro e consigo mesmo. O projeto de casamento deve conter dois sujeitos, dois desejos, duas percepções de mundo, um projeto de vida e a identidade de cada um. Casamento é uma somatória do desejo de estar juntos. É preciso ser um, mesmo sendo dois!
*Tatiana Leite é terapeuta de casal e família com especialização em Sexualidade Humana. Graduada em psicologia pela Universidade Estadual Paulista (UNESP), a profissional possui especialização em terapia familiar e de casal, pela Pontifica Universidade Católica (PUC/SP) e Pós-graduação em Sexualidade Humana, pela Faculdade de Medicina da USP. O conhecimento acadêmico aliado à experiência em atendimento clínico fazem de Tatiana Leite uma profissional completa, com um olhar apurado e sistêmico sobre as diferentes formas de relacionamento

*InformaMídia Comunicação
Crise econômica e aumento de tributos não justificam maus-tratos aos animais

Ajuste no valor do IPI provocará aumento do preço das rações de cães e gatos

O Governo Federal anunciou no início de fevereiro, o aumento do IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados), com o objetivo de tentar reequilibrar o orçamento da União. A partir de março, o preço das rações de cães e gatos ficará mais alto impactando diretamente as ONGs de amparo aos animais, protetores independentes e pessoas de baixa renda. Conforme afirma o deputado estadual Feliciano Filho (PEN-SP), "a medida é um absurdo, pois ração é gênero de primeira necessidade dos animais".
 O parlamentar que é autor de diversas leis de proteção animal, como a Lei Feliciano 12.916/08, que proíbe a matança de animais pelos centros de controle de zoonoses; a Lei 15.316/14, antitestes; que proibiu o uso de animais em testes de produtos cosméticos, higiene pessoal, perfumes e seus componentes no Estado de SP, e a Lei 15.431/14, que institui a Semana de Conscientização dos Direitos dos Animais, comemorada anualmente, ressalta que embora a crise afete diversos setores da sociedade, obrigando cortes e redução no orçamento das pessoas físicas e jurídicas, o importante é que os tutores e entidades protetoras conscientizem-se e não deixem de lado os cuidados necessários à alimentação dos animais.
Na visão do deputado, as crueldades praticadas contra os animais – dentre elas, a negligência, os maus-tratos e até um possível abandono, são reflexos de má índole, falta de amor e compaixão.
“Optar por alimentar os animais com uma ração de qualidade inferior por conta do preço não é a melhor opção; é um descaso com um membro da família. Além de aumentar os gastos com veterinários e compras de remédios, colocando em risco a saúde do animal, pois os animais adoecem pela falta de nutrientes, é preocupante e lastimável” - enfatiza.
 O deputado relata que, como consequência deste cenário, muitos animais ficam sujeitos a própria sorte e a negligência constitui-se crime, como rege o Art. 164 do Código Penal e o Art.32 da Lei 9.605/98.
 Com intuito de auxiliar as ONGs de proteção aos animais, uma alternativa viável é o uso da Nota Fiscal Animal (Lei 14.728/12), de autoria do deputado, que entre outros benefícios, auxilia na sobrevivência das entidades e também permite que qualquer pessoa possa fazer doações de recursos as entidades, salvando e protegendo os animais. Para beneficiar-se do programa, a instituição precisa se registrar no Cadastro Estadual de Entidades – CEE (http://www.cadastrodeentidades.sp.gov.br). Na página Autocadastramento, deve incluir seu CNPJ e seguir os passos seguintes indicados pelo sistema. No mesmo endereço, é possível acessar o Manual da Entidades, onde estão descritos todos os procedimentos e condições necessários ao cadastramento.

*Ricardo Viveiros & Associados

58 milhões de brasileiros inadimplentes - veja como sair dessa situação!

As informações em relação às finanças dos brasileiros são assustadoras, apontando que, atualmente, cerca de cinquenta e oito milhões de pessoas estão inadimplentes, os dados são do Serviço de Proteção ao Crédito (SPC Brasil) e da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL).
O número representa 39,21% da população economicamente ativa, ou seja mais que um terço desse contingente. Esse é apenas um dos dados que mostram os problemas que a população enfrenta com a falta de educação financeira e o incentivo ao consumo desenfreado, mostrando a importância de combater imediatamente esse problema, principalmente, as causas.
   “Um ponto muito importante em relação a esse tema é saber diferenciar os termos dívidas e inadimplência, sendo que estar endividado não é necessariamente um problema, o problema começa quando se perde o controle e se torna inadimplente. A diferenciação funciona da seguinte forma: inadimplência ocorre depois que o consumidor se compromete com o pagamento de algum valor em uma data, contudo, não consegue realizar dentro do prazo. Em função disso, ocorrem cobranças, tendo até o risco do consumidor ter seu nome em lista de devedores de alguns órgãos, como Serasa e SPC”, explica o educador financeiro Reinaldo Domingos, que está lançando o curso EaD Como quitar suas dívidas (https://www.youtube.com/watch?v=cA3LBKf7tyw).
Assim, dívidas engloba os consumidores que estão inadimplentes, contudo, abrange um número muito maior de pessoas, nesse grupo também todas as pessoas que buscam crédito no mercado. Isto é, consumidor que compra um produto e parcela, que financia carro ou casa, distribui cheque pré-datados, paga a parcela mínima do cartão, compra no cartão de crédito, empréstimo, dentre outros. Em resumo, essas são as pessoas que já se comprometeram com um valor a ser pago.
  O educador financeiro Reinaldo Domingos preparou uma pequena amostra de seu curso Como quitar suas dívidas, explicando como resolver os problemas de endividamento e inadimplência e como não ficar novamente nesta situação. Veja algumas orientações:
 1.  Antes de sair negociando é preciso ter pleno domínio do seu dinheiro, fazer um diagnóstico financeiro, registrando o que se ganha, o que se gasta, conhecer seu verdadeiro eu financeiro
 2.  Faça um apontamento de despesas diárias por tipo de despesas pelos próximos 30 dias é o caminho para que fique tudo mais claro, somente assim poderá cortar gastos e reduzir excessos.
 3.  Muitas vezes é importante dizer “devo, não nego, pago, como e quando puder” nunca se deve procurar um credor (pessoa para quem você deve) antes de ter domínio completo de seu dinheiro.
 4.  É preciso ter muita calma quando se está inadimplente, estar endividado nem sempre é um problema, o problema é quando não se consegue pagar este compromisso.
 5.  A portabilidade é uma das ferramentas para reduzir o endividamento, procure por linhas de créditos mais baixa, mas é importante frisar que isso não resolve a causa do problema.
 6.  No planejamento para pagar as dívidas priorize as que têm os juros mais altos, geralmente as de cartão de crédito e cheque especial.
 7.  Na hora de negociar, se for parcelar as dívidas, tenha certeza que as mesmas cabem em seu orçamento.
 8.  Saiba que para pagas às dívidas atrasadas terá que repensar seu padrão de vida, pois, se já se endividou com o que ganha, isso reduzirá nos próximos meses com as parcelas.
 9.  Não existe uma porcentagem exata de quanto terá que direcionar para pagar as dívidas, isso dependerá do diagnóstico financeiro feito previamente.
 10.  Além de pagar as dívidas, procure guardar dinheiro para comprar a vista e com algum desconto, o sonho da independência financeira passa por respeito ao dinheiro, entender que dinheiro é meio e não fim.
Os 10 mandamentos para quem não quer se endividar nunca mais.
 01.  Fazer o diagnóstico financeiro anualmente;
 02.  Ter no mínimo três sonhos (curto, médio e longo prazos);
 03.  Elaborar um Orçamento Financeiro DSOP mensal;
 04.  Poupar mensalmente parte do que ganha para os sonhos;
 05.  Gastar menos do que ganha;
 06.  Ter limites de cartão de crédito inferiores a seus rendimentos;
 07.  Não usar cheque especial, se possível não ter;
 08.  Manter reservas para situações emergenciais;
 09.  Distinguir o que é essencial do supérfluo;
 10.  Comprar sempre à vista e com desconto.
 Fonte – Livro: Livre-se das Dívidas (Editora DSOP)
 
 Consumo Consciente - Saiba as perguntas fundamentais para se fazer antes de qualquer compra:
 ·  Eu realmente preciso desse produto?
 ·  O que ele vai trazer de benefício para a minha vida?
 ·  Se eu não comprar isso hoje, o que acontecerá?
 ·  Estou comprando por necessidade real ou movido por outro sentimento, como carência ou baixa autoestima?
 ·  Estou comprando por mim ou influenciado por outra pessoa ou por propaganda sedutora?
 Se mesmo diante deste questionamento, a pessoa concluir que realmente precisa comprar o produto, seria prudente fazer mais algumas perguntas como:
 ·  De quanto eu disponho efetivamente para gastar?
 ·  Tenho o dinheiro para comprar à vista?
 ·  Precisarei comprar a prazo e pagar juros?
 ·  Tenho o valor referente a uma parcela, mas o terei daqui a três, seis ou doze meses?
 ·  Preciso do modelo mais sofisticado, ou um básico, mais em conta, atenderia perfeitamente à minha necessidade?
 *Fonte – Livro: Livre-se das Dívidas (Editora DSOP)

**DSOP Educação Financeira
Casa de Frios Morro Agudo é reinaugurada em novo endereço e com muitas novidades

A Casa de Frios  Morro Agudo foi reinaugurada no último dia 12, com muitas novidades. Ampliada para melhor servir a seus clientes, a Casa de Frios agora oferece carnes nobres, frangos temperados e recheados, tábua de frios e diversos outros produtos de boa procedência e qualidade.
Com um ambiente de muito bom gosto, aconchegante e climatizado, a Casa de Frios, vende no atacado e varejo.
A proprietária Fernanda Zemantauska oferece aos consumidores os mais diversificados e diferenciados frios, como Apresuntado; Azeitona;  Bacon; Lombo; Lombo Canadense; Mortadela; Mussarela; Palmito;  Peito de Frango; Peito de Peru; Presunto; Salame; Rosbife  e tudo para sua mesa e tábua de frios, além de camarão; peixes de água doce e salgada; cortes de frango; tudo para sua mesa e tábua de frios; Bolos artesanais; mercearia; embalagens, dentre muitos outros produtos.            
A proprietária Fernanda Zemantauska começou vendendo  no atacado em sua casa. "O projeto de abrir uma loja há cerca de dois anos, nasceu da necessidade de se ter um local para atender melhor a clientela, em um horário mais dilatado, já que vendia em casa. A Casa de Frios é pra todos os gostos e paladares", conclui Fernanda.

A Casa de Frios Morro Agudo está atendendo na Rua José Jorge Junqueira, nº  1.683 - fone: 3851-4907, de segunda a sábado, das 08h30 às 18h00 e no domingo, das 09h00 às 13h00.






sexta-feira, 11 de março de 2016

Jornal A Tribuna de Morro Agudo completa um quarto de século a serviço do leitor

Em 1º lugar à Deus. Á todos os patrocinadores, leitores, parceiros, vizinhos, amigos e colaboradores que nos prestigiaram e nos apoiaram ao longo desses 25 anos, os nossos mais sinceros agradecimentos

O Jornal A Tribuna de Morro Agudo chega ao seu 25º aniversário amanhã, dia 12 de março, mantendo inabalável o compromisso que norteou sua fundação: a busca pela informação de qualidade, isenta e o vínculo com seus leitores. Ao longo de um quarto de século passou por mudanças, acompanhando o crescimento e desenvolvimento de Morro Agudo.
Com conteúdo abrangente, disponível também na versão on-line, o jornal impresso sempre foi entregue gratuitamente todas as sextas-feiras, faça sol ou faça chuva, a partir das 07h30 da manhã.
Ao longo de um quarto de século, A Tribuna de Morro Agudo acompanhou e abraçou as lutas e bandeiras pelo desenvolvimento do Município, atuando em momentos decisivos de nossa história, registrando tudo com imparcialidade, profissionalismo e bom senso, e assim conquistou espaço e credibilidade, o que corrobora o ideal perseguido há 25 anos: um jornal a serviço do leitor.
E ao completar 25 anos de circulação, queremos agradecer de coração por tantas coisas boas que aconteceram, por tanta gente boa que tive o prazer de conhecer e conviver.
Completar 25 anos de lutas implica, muitas vezes, em reflexões. Olhar para trás, ver tudo o que foi plantado e colhido e agradecer primeiramente à Deus, e depois aos leitores, patrocinadores,parceiros, colaboradores, vizinhos e amigos, sempre mirando o futuro para novas conquistas.
Á Prefeitura Municipal e à Câmara de Vereadores, que independente de partidos políticos durante todos esses anos colaboraram conosco divulgando os atos oficiais do Município e respeitando o nosso trabalho.
Não vamos citar nomes porque são inúmeros e não seria justo esquecer alguém. Todas as pessoas que passaram por nossa vida estarão sempre em nosso coração.


Câmara aprova por unanimidade os projetos de lei encaminhados pelo prefeito Amauri Benedetti

Os projetos de lei encaminhados pelo prefeito Amauri Benedetti, que preveem o aumento do valor pago aos beneficiários do Programa de Complementação de Renda (RECOM) e a reestruturação e atualização dos planos de carreira dos servidores públicos municipais foram aprovados por unanimidade pela Câmara Municipal de Morro Agudo, em sessão ordinária realizada na última segunda-feira, dia 7.
Os vereadores da situação, assim como os da oposição disseram “sim” para os projetos do prefeito Amauri, que tem por objetivo valorizar os participantes do RECOM, aumentando o valor de seus benefícios em 40% e também valorizar os servidores públicos municipais permitindo que os mesmos evoluam nos respectivos cargos por meio de uma reestruturação.
O prefeito Amauri Benedetti fala que os projetos eram  necessários, uma vez que tantos os beneficiários do RECOM como os servidores públicos precisavam desses estímulos, bem como merecem ser valorizados e ter uma melhor perspectiva do futuro.
Com a aprovação dos projetos de lei, o Prefeito Amauri concederá o segundo aumento ao RECOM que atualmente conta com 250 participantes que irão receber R$ 300,00 cada um. Em 2012, eram apenas 110 participantes que recebiam R$ 200,00 cada.
Em relação ao funcionalismo municipal será realizada a maior reestruturação dos últimos 25 anos.

“Os vereadores entenderam o real objetivo dos projetos de lei. Estou muito feliz em saber que os dois projetos de lei de minha autoria farão a diferença positivamente na vida dos participantes do RECOM e dos servidores públicos municipais”, conclui o prefeito Amauri Benedetti. 
Em vigor, LBI torna calçadas acessíveis uma obrigação, principalmente, das Prefeituras

Em vigor desde o dia 2 de janeiro deste ano, a Lei Brasileira de Inclusão (LBI) garante uma série de direitos principalmente aos 45 milhões de pessoas com deficiência que vivem no país. Para a deputada Mara Gabrilli (PSDB/SP), relatora do texto na Câmara dos Deputados, trata-se de “um ganho para o Brasil, tanto para o segmento da pessoa com deficiência como para toda a população, pois acaba alavancando todos os setores, já que a lei dispõe sobre trabalho, saúde, educação e infraestrutura das cidades”.
Sancionada pela presidente Dilma Rousseff no dia 6 de julho de 2015, a LBI ratifica as garantias de acessibilidade já previstas no Decreto Federal 5.296/04. O texto prevê atendimento prioritário em órgãos públicos e enfatiza políticas públicas para a população com deficiência.
“A LBI reforça a necessidade de se criar um ambiente totalmente acessível, em que a deficiência praticamente inexiste”, avalia a arquiteta e cadeirante Silvana Cambiaghi, que é Conselheira titular e integra o Grupo de Trabalho de Acessibilidade do Conselho de Arquitetura e Urbanismo de São Paulo (CAU/SP) e também a Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão da administração municipal de São Paulo.
Uma das principais novidades da legislação é justamente a transferência da responsabilidade de adequação e manutenção das calçadas ao Poder Público, que deve tornar todas as rotas acessíveis. De acordo com a LBI, as Prefeituras é que devem liderar o processo de melhoria das calçadas, dos passeios públicos. O não cumprimento pode resultar em crime de improbidade administrativa a prefeitos e secretários.
“Infelizmente, o que temos hoje são adequações e acessibilidade pontuais, sem integrar ações cotidianas como moradia, passeios, transporte, edificações, serviços. Um percurso de dois ou três quarteirões é muitas vezes impraticável para quem tem alguma deficiência ou até mesmo para um idoso”, conclui a especialista do CAU/SP.

*Ex-Libris Comunicação Integrada
Governo transforma, mas não produz
*José Pio Martins
De vez em quando, afirmo que governo não produz riqueza e não dá nada à sociedade que antes dela não tenha tirado. Leitores indignados escrevem dizendo que isso é um absurdo, pois o governo produz estradas, pontes, assistência à saúde e outros serviços públicos. Imagino que sejam leitores sem instrução formal em teoria econômica, que é a explicação de como o sistema funciona. O problema começa por não compreenderem o significado da palavra “produzir” em economia.
Imagine uma vila de pescadores com mil habitantes. Todos pescam e produzem três mil quilos de peixe diariamente. Eles se alimentam dos peixes e dormem embaixo das árvores. A riqueza criada – os três mil quilos de peixe, que antes de serem pescados eram apenas “recursos naturais” – torna-se bem de consumo somente após o “trabalho” dos pescadores (que são, ao mesmo tempo, produtores e consumidores).
Certo dia, eles resolvem construir um conjunto habitacional comunitário, para o que decidem entregar metade dos peixes (1,5 mil quilos diários) a uma construtora da vila vizinha, contratada para fazer a obra. Um pescador chato, que entende de economia, diz: “mas os senhores estão dispostos a reduzir o consumo diário de peixes em 50% para entregar a metade da produção em troca das casas?” Primeira lição: como a produção total de uma nação é limitada, quanto mais investimento (casas), menos consumo (peixes), e vice-versa. Apesar disso, eles decidem ir em frente, pois é a única forma de terem o conjunto habitacional.
Para administrar e fiscalizar toda a operação de recolher os peixes e entregá-los à construtora, os moradores elegem, entre os pescadores, um líder e nove auxiliares. O pescador-economista, chato como sempre, pede a palavra de novo. “Vocês se deram conta de que os dez pescadores eleitos deixarão de pescar, pois terão de trabalhar no ‘serviço público’ de gestão da obra? E que os outros 990 terão de alimentar os 10 eleitos?”
Terminada a obra, todos estão magros, pois tiveram de cortar seu consumo à metade e dar mais 30 quilos diários de peixe para alimentar o líder e os nove auxiliares. Terminada a obra, o líder faz um belo discurso para mostrar o quanto ele e sua equipe produziram. Na prática, o líder e os ajudantes não criaram riqueza alguma, não produziram nada. Eles tomaram metade dos peixes produzidos pela comunidade (impostos) e “transformaram” em casas. Também tomaram mais 30 quilos/dia de peixes para alimentar a si mesmos, os “servidores do povo”.
Pois é só isso que o governo faz: retira parte da riqueza produzida pela sociedade e a transforma em outra coisa. O governo sempre será uma fração do que a sociedade (pessoas e empresas) produz, nunca mais que isso. Uma empresa estatal, como a Petrobras, é classificada na entidade “empresas” e não na entidade “governo”. O governo somente pegou o dinheiro do povo e construiu a empresa, a qual passa a produzir e vender seu produto. Logo, ela vive de vendas e não de impostos.
Mas, quanto aos serviços públicos, o governo os oferece com os recursos obtidos da sociedade via impostos, que são uma fração da produção nacional (renda e produto são as duas faces da mesma moeda). Como os serviços públicos são executados por pessoas e as obras públicas são produzidas por empresas, o governo somente tem a função de transformar uma riqueza (peixes) em outra coisa (casas).
*José Pio Martins é economista e reitor da Universidade Positivo.

**Central Press
A mulher no conSerto das nações
Paiva Netto

Prezadas leitoras e leitores, antes de tudo devo esclarecer-lhes sobre a palavra conSerto grafada com "s" no título deste artigo. Não se trata de erro ou distração no emprego do vocábulo em português. É conSerto mesmo, porquanto, da forma que se encontra o mundo a pré-abrasar-se com o aquecimento global, é melhor que os gêneros confraternizem, unam forças e realizem o conSerto urgente do que ameaça quebrar-se, porque, do contrário, poderemos acabar nuclear ou climaticamente cozidos numa panela fenomenal: o planeta que habitamos. Isto sem falar no ameaçador bioterrorismo.
Feita a observação, peço-lhes licença para justa homenagem às mulheres de todos os segmentos da sociedade, àquelas que são a base das nações, quando integradas em Deus e/ou nos mais elevados sentimentos que honram a raça humana, apresentando-lhes texto que enviei e foi traduzido pela ONU em seus seis idiomas oficiais (árabe, chinês, espanhol, francês, inglês e russo), por ocasião da "51ª Sessão do Status da Mulher", em 2007, na sede das Nações Unidas, em Nova York. Evento que sempre tem a presença da LBV, que leva a sua palavra de paz às delegações do mundo, como ocorre novamente este ano.

"Pão e rosas" 
A luta pela emancipação da mulher é antiga. Já nos tempos clássicos da Grécia, esse espírito libertário procurava, sob certo aspecto, o seu caminho nos esforços e dificuldades de Lisístrata, com sua greve do sexo, na qual moveu mulheres de Atenas e de Esparta, para deter a Guerra do Peloponeso, segundo a comédia de Aristófanes. 
Em 1857, centenas de operárias das fábricas têxteis e de vestuário de Nova York iniciaram um forte protesto contra os baixos salários, jornada de mais de 12 horas e péssimas condições de trabalho. Em 1908, mais de 14 mil delas voltaram às ruas nova-iorquinas. Sob o slogan "pão e rosas" — "tendo o pão como símbolo da estabilidade econômica e as rosas representando uma melhor qualidade de vida" —, pleiteavam idênticos direitos aos reivindicados pelas trabalhadoras da década de 50 do século 19. Aproximadamente 130 delas faleceram durante misterioso incêndio. Mas não ficou só nisso a luta. Três anos depois, também naquela cidade, ocorreu outro trágico acontecimento provocado pelas infernais condições de segurança na Triangle Shirtwaist Company. Em 25 de março de 1911, mais de 140 tecelãs e tecelões, de maioria italiana e judia, morreram calcinados (21 eram homens). Os fatos foram, em sua dramaticidade, registrados: criaturas em desespero jogando-se das janelas do prédio em chamas. As manifestações ocorridas na metrópole cosmopolita alinham-se entre os principais degraus para a emancipação da mulher, bem como os esforços de tantas outras, a exemplo da alemã Clara Zetkin, uma das mais famosas ativistas pelos direitos femininos, que, em 1910, durante o II Congresso Internacional de Mulheres Socialistas, propôs a criação do Dia Internacional da Mulher. 
A atitude corajosa delas encontra-se perfeitamente enquadrada nesta exclamação da inesquecível Helen Keller: "A vida é uma aventura ousada ou nada!".
É palmar que a famosa ativista social se refere à audácia que impulsiona os vanguardeiros a rever costumes e conceitos ultrapassados, que retardam a evolução das criaturas e dos povos (sobretudo no campo imprescindível do conhecimento espiritual). Ela própria é um modelo constante dessa premissa. Cega, surda e muda, em decorrência de uma doença manifestada aos 18 meses, rompeu barreiras, tornando-se uma das mulheres mais respeitadas da história. 

A Alma da Humanidade
O papel da Mulher é tão importante, que, mesmo com todas as obstruções da cultura machista, nenhuma organização que queira sobreviver — seja ela religiosa, política, filosófica, científica, empresarial ou familiar — pode abrir mão de seu apoio. Ora, a Mulher, bafejada pelo Sopro Divino, é a Alma de tudo, é a Alma da Humanidade, é a boa raiz, a base das civilizações, a defesa da existência humana. Qual mãe deseja ver seu filho morto na guerra? Ai de nós, os homens, se não fossem as mulheres esclarecidas, inspiradas, iluminadas! 
Essas nossas afirmativas encontram ressonância nas do educador norte-americano Charles McIver (1860-1906), que dizia: 
"— O caminho mais econômico, fácil e certo para a educação universal é educar as mulheres, aquelas que se tornarão as mães e professoras de gerações futuras".
Verdade seja dita, homem algum pouco realiza de verdadeiramente proveitoso em favor da Paz se não contar, de uma forma ou de outra, com a inspiração feminina. Realmente, pois, "se você educar um homem, educa um indivíduo; mas se educar uma mulher, educa uma família". Exato, McIver.
Apropriada também a assertiva do velho Goethe: "O homem digno irá longe guiado pelas boas palavras de uma mulher sábia".
Às mulheres do Brasil e do mundo, a nossa saudação pela data especial: 8 de março. Assim como ao 26 de agosto, dia da igualdade da mulher. Todo dia, porém, é dia da mulher, cujo exemplo de coragem encontramos no Evangelho do Cristo, segundo João, 19:25, que relata o apoio por Ele recebido, na derradeira hora: "E diante da cruz estavam a mãe de Jesus, a irmã dela e também Maria Madalena, e Maria, mulher de Clopas". Essas heroínas, no instante supremo da dor, não O abandonaram, permanecendo ao Seu lado, num inaudito sinal de bravura. Nenhuma ação humana pode, decisivamente, progredir sem o auxílio, reservado ou público, das mulheres. A História está repleta de comprovações.

José de Paiva Netto, jornalista, radialista e escritor.